Qual a Melhor Opção para o Seu Piso? No Brasil, a escolha entre piso aquecido elétrico e hidráulico (ou por água) envolve diversos fatores, como eficiência energética, sustentabilidade, custos e facilidade de instalação. Além disso, a busca por sistemas mais práticos e econômicos coloca o aquecimento de chão elétrico, especialmente o sistema de superfície, em destaque. Com a crescente adoção de fontes renováveis, como energia solar, o sistema elétrico de piso aquecido se torna ainda mais viável para residências modernas. Piso aquecido elétrico Como funciona o piso aquecido elétrico O aquecimento de piso com energia elétrica utiliza resistências que aquecem com a passagem de corrente elétrica, distribuindo calor uniformemente pelo chão. Existem dois tipos principais: Sistema acumulador (dentro do contrapiso): Sistema mais antigo no mercado brasileiro. Neste sistema mais tradicional, os cabos ou mantas aquecedoras são instalados dentro do contrapiso. Ele aquece o contrapiso acima dele, que posteriormente distribui o calor pelo ambiente. Sistema de superfície (sobre o contrapiso): Mais moderno e eficiente, este sistema instala os cabos ou mantas diretamente sobre o contrapiso, o que reduz perdas térmicas e melhora a eficiência energética. O sistema de superfície, como o oferecido pela GUV, é mais econômico, sendo equivalente ou até mais eficiente que o piso aquecido hidráulico, quando bem projetado. Piso aquecido elétrico de Superfície GUV vantagens do aquecimento de piso elétrico Sustentabilidade: Quando alimentado por fontes renováveis, como energia solar, o sistema de superfície é uma solução ecologicamente correta. Consumo “zero”: O investimento no sistema de superfície, combinado com a instalação de um sistema de geração de energia solar capaz de alimentar o aquecimento, pode ser equivalente ao custo total de um sistema hidráulico. Baixo Consumo em sistemas de superfície: O sistema de superfície distribui calor de forma mais eficiente, o que reduz o consumo de energia em comparação ao modelo tradicional. Instalação Simples: Ideal para reformas e obras novas, já que não exige alterações estruturais significativas, como a quebra do contrapiso. O sistema da GUV não altera a altura do piso. Controle Preciso: Com termostatos individuais, é possível ajustar a temperatura de cada ambiente, economizando ainda mais energia. Baixa Manutenção: Os cabos de aquecimento são projetados para longa durabilidade, com manutenção mínima focada no termostato. Desvantagens do Aquecimento de Piso Elétrico Limitação pela Concessionária: O principal obstáculo ao uso do sistema elétrico é a disponibilidade de carga elétrica fornecida pela concessionária. É essencial verificar a compatibilidade do sistema com a rede elétrica antes da instalação. Alto consumo em sistemas tradicionais: Os sistemas acumuladores, ou instalados no contrapiso, operam de maneira semelhante ao sistema hidráulico. No entanto, o custo elevado da fonte de energia torna esses sistemas grandes consumidores, desequilibrando a relação custo-benefício a longo prazo. Piso aquecido hidráulico vista em 3D PISO AQUECIDO HIDRÁULICO Como funciona o aquecimento de piso hidráulico O sistema hidráulico utiliza um boiler para aquecer água que circula por tubulações instaladas sob o piso. Entretanto, ele exige uma infraestrutura mais robusta e obras invasivas, o que pode limitar sua viabilidade em reformas ou construções menores. Em algumas regiões do país, a preferência cultural pelo sistema hidráulico persiste, muitas vezes devido à ausência de sistemas elétricos mais modernos e eficientes. Vantagens do aquecimento hidráulico Sem limitações de carga: Por utilizar fontes de calor alternativas à elétrica, o sistema hidráulico apresenta menos limitações em projetos de grande escala. Versatilidade de Fontes de Calor: Pode ser alimentado por energia solar, elétrica ou gás. Muitas caldeiras podem ser alimentadas por lenha ou pellet. desVantagens do aquecimento hidráulico Inviável para reformas: O sistema hidráulico exige obras invasivas e não é uma opção prática para reformas em imóveis existentes, especialmente aqueles sem infraestrutura adequada. Instalação complexa: Requer obras significativas e um alto investimento inicial. Além disso, é fundamental escolher uma empresa especializada para a instalação, já que erros podem comprometer o funcionamento do sistema e demandar correções custosas. Consumo energético similar ao elétrico: Com os avanços dos sistemas de superfície, o consumo do piso elétrico em áreas residenciais pode ser igual ou até menor do que o do sistema hidráulico, tornando-o uma alternativa mais eficiente. Dependência de combustíveis fósseis: Quando alimentado por gás, o sistema hidráulico contribui para a emissão de gases de efeito estufa, o que o torna menos sustentável em comparação com opções que utilizam fontes renováveis. Manutenção recorrente: É necessário realizar manutenção anual para assegurar o bom funcionamento do sistema e evitar falhas, especialmente durante períodos de maior uso, como o inverno. Sistema Elétrico de Superfície: Uma Solução Sustentável e Moderna O sistema de superfície é uma evolução tecnológica que combina eficiência energética e economia no aquecimento elétrico de piso. Por outro lado, o modelo tradicional, instalado dentro do contrapiso, apresenta maior consumo devido às perdas térmicas durante o processo de aquecimento. Assim, o sistema de superfície se destaca como a escolha ideal para quem busca um consumo menor e maior eficiência. Além disso, o sistema de superfície oferece benefícios como: Redução do tempo de aquecimento: O ambiente atinge a temperatura desejada mais rapidamente. Economia de energia: Consome menos energia ao longo do dia, mesmo em condições de temperaturas baixas. Facilidade de instalação: Elimina a necessidade de alterações estruturais no imóvel, sendo a solução perfeita para reformas ou modernizações. Qual Sistema Escolher? A escolha entre aquecimento de piso elétrico e hidráulico depende de fatores como: Orçamento disponível: Considere o custo inicial e o impacto no orçamento a longo prazo. Tamanho da área a ser aquecida: Sistemas hidráulicos são mais vantajosos em áreas muito grandes, enquanto o elétrico se adapta melhor a espaços menores ou médios. Disponibilidade de carga elétrica pela concessionária: Certifique-se de que a rede elétrica do imóvel suporta o sistema elétrico desejado. Preferência por soluções sustentáveis e modernas: O sistema elétrico de superfície é altamente compatível com fontes renováveis, como energia solar. Preferências culturais: Em algumas regiões, o sistema hidráulico pode ser tradicionalmente mais aceito, mas isso não impede a avaliação de alternativas mais modernas e eficientes. Se o foco for economia, praticidade e integração com fontes renováveis, o sistema elétrico de superfície, como o oferecido pela
Consumo do piso aquecido: como calcular e economizar sem perder conforto
Vamos falar de consumo sem susto e sem maquiagem. Piso aquecido é conforto de verdade e, quando projetado do jeito certo, pode entregar esse conforto com controle total do gasto. Aqui na GUV Aquecimento, a gente tem um setor específico para cálculo de consumo e dimensionamento, porque o consumo não depende só do cabo: depende do piso, do projeto, do isolamento e do uso inteligente. Como o consumo do piso aquecido funciona na prática Pense no piso aquecido como um carro saindo do semáforo: Aceleração (100% da potência)Quando você liga, o sistema trabalha próximo de 100% da potência instalada até chegar na temperatura definida no termostato (o setpoint). Cruzeiro (manutenção em ciclos)Depois disso, ele entra em modo “piloto automático”: liga e desliga em ciclos para manter a temperatura. Esse comportamento é o que define o consumo real do dia (o famoso duty cycle). Em português claro:✅ chegar na temperatura consome mais✅ manter consome bem menos (desde que o ambiente não esteja “vazando calor”) O que mais influencia o consumo (sem mistério) O tempo que o sistema fica em “100%” e o quanto ele precisa “se esforçar” depois depende principalmente de: 1) Temperatura desejada (setpoint) Quanto mais alta a temperatura, mais energia para atingir e mais energia para manter.Não tem milagre, tem física. 2) Tipo de piso (e o que existe embaixo dele) Pisos diferentes “seguram” e “espalham” calor de formas diferentes. Alguns demoram mais para aquecer, outros respondem mais rápido. 3) Perda de calor do ambiente Se a casa é brasileira “raiz” (pouco isolamento, janela com fresta, parede gelada), o calor escapa mais rápido. Aí o sistema precisa ligar mais vezes para manter o setpoint e o consumo sobe. Ainda assim, no conjunto, o piso aquecido costuma ser mais econômico para entregar o mesmo conforto porque aquece por radiação (infravermelho) e por contato com superfícies, reduzindo correntes de ar e perdas típicas de soluções que tentam “esquentar o ar” o tempo todo (como ar-condicionado em modo quente, radiadores e aquecedores). 4) Clima do dia: no frio trabalha mais, no ameno quase não liga A temperatura lá fora influencia diretamente o consumo. Em dias muito frios, a casa perde calor mais rápido, então o piso aquecido precisa ligar mais vezes para manter o setpoint, e o consumo sobe. Já em dias amenos, essas perdas diminuem e o sistema trabalha bem menos, reduzindo o gasto. E tem um ponto importante: se a temperatura do ambiente estiver igual ou acima do setpoint, o termostato simplesmente não aciona o aquecimento. Ou seja, em períodos mais quentes, o piso pode ficar no modo automático e praticamente não consumir, porque não há demanda de calor. 5) Sistema de contrapiso vs sistema de superfície Aqui mora um divisor de águas. Sistemas de contrapiso costumam aquecer uma massa maior (mais espessura e material acima do sistema). Isso pode aumentar o tempo até atingir a sensação de conforto, o que incentiva o erro mais caro: “deixar ligado por muito tempo”, inclusive na ausência. Sistemas de superfície trabalham mais próximos do revestimento final. Em termos práticos: a resposta é mais rápida, o controle fica mais eficiente e você reduz a chance de gastar energia “aquecendo massa” desnecessária. Além disso, dependendo do tipo de piso e da base existente, estar mais próximo da superfície pode, na maioria dos casos, dispensar o uso de isolamento, ou permitir uma solução mais inteligente do que a cultura do “bota qualquer manta e pronto”. Agora, um sistema de contrapiso precisa, obrigatoriamente, de um isolamento dos bons (nada de brita leve e mantinha aluminizada). 6) Quando o isolamento é obrigatório: a escolha certa faz o consumo despencar Em alguns cenários, o isolamento não é “opcional”, é obrigatório para evitar que parte relevante da energia vá para baixo em vez de ir para o ambiente. Só que o mercado tem armadilhas comuns: Manta aluminizada costuma dar falsa sensação de eficiência (a lógica de “refletir calor” não existe no piso). Resultado típico: muito mais tempo em 100% para atingir conforto → mais consumo. XPS ou EPS muito finos pode virar “efeito placebo”: existe, mas não entrega o isolamento necessário naquele cenário. Brita leve, muito usada como “solução barata”, mas não é um material isolante térmico. Tem propriedades acústicas, mas não atende a necessidade térmica. Quando o isolamento é necessário, a regra é simples: a escolha deve ser técnica e coerente com o seu piso, base e objetivo de tempo de resposta. E é aqui que entra a diferença GUV: nós avaliamos o caso e, quando faz sentido, usamos soluções construtivas como a Ecobauen Ultratherm (≈ 0,031 W/m·K) para aumentar previsibilidade, reduzir perdas e ajudar o sistema a entregar conforto com menos tempo ligado. É possível optar, também, por placas de XPS ou EPS de alta densidade, a fim de oferecer uma excelente resistência térmica. Vermiculita expandida e argila expandida não são materiais eficientes. Assim como a brita leve, precisam ser misturados em obra, trazendo riscos de baixa resistência mecânica, sem oferecer o isolamento térmico necessário. Muita trinca e pouca entrega. Como calcular o consumo do piso aquecido (kWh e R$/mês) Aqui vai a conta didática, depois a gente mostra que o consumo real costuma ser menor do que a conta “de padaria”. Passo 1: Calcular a potência instalada (W) Potência instalada = área (m²) × potência por m² (W/m²) Na GUV, usamos como referência: Banheiros: ~150 W/m² Ambientes até 50 m²: ~160 W/m² Até 100 m²: ~170 W/m²(e ajustamos conforme o projeto) Passo 2: Converter para kW kW = W ÷ 1000 Passo 3: Estimar consumo (kWh) Se ficasse ligado em 100% o tempo todo:Consumo (kWh) = kW × horas de uso Passo 4: Colocar em reais (R$) Vamos usar um “pior caso” didático:R$ 0,946/kWh (residencial – cenário alto). Exemplos reais: banheiro, quarto e sala Agora vem a parte que acalma o coração: exemplos com números. Exemplo 1: Banheiro 3,5 m² (150 W/m²) Potência instalada: 3,5 × 150 = 525 W (0,525 kW) Se ficasse 6h/dia em 100% (hipótese bem pessimista):0,525 × 6 = 3,15 kWh/diaNo mês (30
Piso Aquecido: Como funciona e por que escolher o elétrico?”
A tecnologia de aquecimento de piso, também conhecida como piso radiante, é uma solução eficiente e confortável para manter as residências aquecidas, especialmente em regiões com climas mais frios. Este sistema oferece uma distribuição uniforme de calor, melhorando o conforto térmico dos ambientes de forma mais eficiente quando comparado a sistemas de aquecimento convencionais. Abaixo, detalharemos o funcionamento desse sistema, complementando com imagens ilustrativas. Como Funciona o Sistema de Aquecimento de Piso O sistema de aquecimento de piso funciona através da instalação de elementos de aquecimento sob a superfície do piso. Estes elementos podem ser elétricos, como cabos ou tapetes de aquecimento, ou hidráulicos, onde tubos circulam água quente. A escolha entre elétrico ou hidráulico depende de vários fatores, incluindo a fonte de energia disponível, custos de instalação e operação, bem como as necessidades específicas da residência. 1. Aquecimento Elétrico Nos sistemas elétricos, os cabos de aquecimento (resistências elétricas) são instalados diretamente sob o revestimento do piso. A eletricidade é usada para aquecer estes elementos, que, por sua vez, irradiam calor para cima, aquecendo o ambiente de forma uniforme. Este sistema é geralmente mais fácil de instalar, especialmente em projetos de reforma, gerando menor interferência no andamento da obra. Atualmente, combinado com sistemas de geração de energia tende a ser o sistema mais econômico e duradouro do mercado, pois não possui manutenção periódica, somente do termostato que fica visível na parede porem somente se houver algum dano. 2. Aquecimento Hidráulico (Por Água Quente) O sistema hidráulico utiliza tubos pelos quais circula água quente. Esta água é aquecida por uma caldeira ou por sistemas de energia solar e distribuída por toda a superfície do piso, irradiando calor de maneira uniforme pelo ambiente. A instalação deste modelo mais complexa e geralmente mais cara, ainda, deve-se considerar a manutenção periódica para mantê-lo em funcionamento. Vantagens do Sistema de Aquecimento de Piso de Superfície Conforto Térmico: A distribuição de calor é mais uniforme e natural, eliminando pontos frios no ambiente. Eficiência Energética: Reduz a necessidade de aquecimento excessivo, economizando energia. Tempo de aquecimento: Aquecimento mais veloz comparado a sistemas que são instalados dentro do contrapiso. Este tipo de sistema de aquecimento pode aquecer 6ºC em 30 minutos (essa média pode variar pra mais ou menos dependendo do ambiente e da temperatura externa). Estética e Espaço: Ao eliminar a necessidade de radiadores ou outros sistemas de aquecimento visíveis, libera-se mais espaço e oferece-se maior liberdade no design interior. Saúde e Bem-estar: Reduz a circulação de poeira e alérgenos, beneficiando a qualidade do ar interior. Considerações para a Instalação: Isolamento de piso: É crucial instalar um bom isolamento sob o sistema de aquecimento para maximizar a eficiência, direcionando o calor para cima, para o ambiente, porém para sistemas de superfície, ou seja, instalados em cima do contrapiso, ele é dispensável pois a barreira material acima dele é inferior ao contrapiso que está baixo, sendo que ele por si só já possui características isolantes necessárias para que não aqueça o apartamento debaixo, por exemplo. Quer saber mais sobre isolamento térmico? Temos um artigo falando mais como ele é importante nas construções brasileiras. Tipo de Piso: Alguns materiais de piso conduzem o calor melhor do que outros. Pisos de pedra e cerâmica são excelentes condutores, enquanto madeiras, podem exigir considerações adicionais para a eficiência do aquecimento. Esquadrias: O tipo de esquadria escolhida para sua casa, influência completamento o isolamento térmico dela. Esquadrias de PVC possuem uma performance melhor do que as de alumínio, pois o PVC é um bom isolante e o Alumínio um excelente condutor. Além disso a rigidez do material determina a reverberação (eco) ou não dentro do ambiente.